Sorte e azar, tudo questão de perspectiva.
E, por falar em perspectiva, a partir dessa técnica que os pintores e artistas dos séculos XV e XVI faziam com que as pessoas vissem o que eles queriam, da maneiras que eles queriam. Seriam eles tiranos? Tiranos da beleza?
Esse negócio de perspectiva pode nos fazer mudar tudo. Uma "paixão" pode ser apenas uma amizade muito forte, uma amizade muito forte pode ser apenas uma ilusão, uma ilusão pode ser um sonho, um sonho pode não exixtir.
Nem sempre a gente conhece as pessoas como queremos, ou como achamos que conhecemos. Mas, novamente, é tudo questão de perspectiva: depende do momento. Não adianta medir, não tem como alguém conhecer o outro por completo, podem se passar, um, dois, sete meses, um ano, dois.. 5 anos. Conhecemos apenas a pessoa do momento, o ser aqui (e não ser-ali!).
E, de verdade, isso não é ruim.O fato de uma pessoa dividir com você gostos, opiniões, risadas e talvez, lágrimas, mesmo que seja por dois minutos (ou sete meses) já é algo além do comum.
Estamos sempre tão fechados em nossos mundinhos, de mesmas pessoas, mesmas conversas, mesmas piadas sempre, que uma mudança de vista, e de PERSPECTIVA não faz mal.
O azar pode transformar-se em sorte, vice-versa.
Depende sempre da onde você está olhando; ás vezes é melhor deixar-se tiranizar pelos artistas e apenas seguir a visão deles do mundo, assim, quando nos damos conta, encontramos obras primas e , talvez, alguns amigos verdadeiros.
setembro 28, 2007
setembro 27, 2007
Perhaps, perhaps, perhaps
You won't admit you love me
And so
How am I ever
To know
You only tell me
Perhaps, perhaps, perhaps
A million times I ask you
And then
I ask you over
AgainYou only answer
Perhaps, perhaps, perhaps
If you can't make your mind up
We'll never get started
And I don't wanna' wind up
Being parted, broken hearted
So if you really love me
Say yes
But if you don't, dear,
Confess
And please don't tell me
Perhaps, perhaps, perhaps
If you can't make your mind up
We'll never get started
And I don't wanna' wind up
Being parted, broken hearted
So if you really love me
Say yes
But if you don't, dear,Confess
And please don't tell me
Perhaps, perhaps, perhaps
Cante junto!Pq essa música é pra vc Nê!!!!!
Feliz não desaniversário sis!
Lov yaa!!
And so
How am I ever
To know
You only tell me
Perhaps, perhaps, perhaps
A million times I ask you
And then
I ask you over
AgainYou only answer
Perhaps, perhaps, perhaps
If you can't make your mind up
We'll never get started
And I don't wanna' wind up
Being parted, broken hearted
So if you really love me
Say yes
But if you don't, dear,
Confess
And please don't tell me
Perhaps, perhaps, perhaps
If you can't make your mind up
We'll never get started
And I don't wanna' wind up
Being parted, broken hearted
So if you really love me
Say yes
But if you don't, dear,Confess
And please don't tell me
Perhaps, perhaps, perhaps
Cante junto!Pq essa música é pra vc Nê!!!!!
Feliz não desaniversário sis!
Lov yaa!!
setembro 12, 2007
Mais fácil aprender japonês em braille
O amor é cego. Mentira.O amor nos cega.Aliás, nada de colocar culpa num sentimento "nobre" [digno de lista de virtudes], ou de colocar a cegueira fora da gente, nós nos deixamos ficar cegos. Não queremos acreditar que a outra pessoa tem defeitos. E, believe me, ela tem, muitos.
Em busca de um príncipe perfeito, do cavalo branco, do cabelo ao vento, dos susuros ao pé do ouvido, das risadas ao por do sol, dos abraços intermináveis e dos beijos inomináveis. Ok, podemos ter tudo isso.Apenas se arcarmos com os sapos por trás dos príncepes- inclusive,todos os sapos que temos que engolir por causa deles-, com a arrogância do cavalo branco, com as épocas de marasmo, com os gritos em alto e bom som, com as lágrimas a luz da lua, com a saudade dos abraços e a falta dos beijos.
É assim, quer ser cego? Seja, mas pelo menos, aprenda a ler em braille.
Em busca de um príncipe perfeito, do cavalo branco, do cabelo ao vento, dos susuros ao pé do ouvido, das risadas ao por do sol, dos abraços intermináveis e dos beijos inomináveis. Ok, podemos ter tudo isso.Apenas se arcarmos com os sapos por trás dos príncepes- inclusive,todos os sapos que temos que engolir por causa deles-, com a arrogância do cavalo branco, com as épocas de marasmo, com os gritos em alto e bom som, com as lágrimas a luz da lua, com a saudade dos abraços e a falta dos beijos.
É assim, quer ser cego? Seja, mas pelo menos, aprenda a ler em braille.
setembro 05, 2007
Caixa de Pandora
- Você não entende, não é?
Seus olhos brilhavam, não sabia se eram lágrimas ou apenas uma ilusão da luz em seu rosto.Abaixava a cabeça cada vez que ficava calado, e , quando a levantava, parecia ter sua energia renovada.
Entregou-me uma caixa de veludo vermelho escuro, quase bordô. Não compreendia como aquela caixa, que guardava dentro de si um presente de aniversário (ou seria de alguma outra comemoração?), poderia atrapalhar em sua mudança.Por que uma caixa tão pequena iria fazer peso no meio de tantas caixas maiores e muito mais pesadas?
Deixou-a comigo, e , sem olhar para trás, sem dizer nenhuma palavra, seguiu em frente, andando, passo a passo, até desaparecer na imensidão do espaço.
Fiquei encarando a caixa por um bom tempo enquanto escutava o som dos passos.Sentia que , talvez, essa seria a última comunicação dele comigo.O som finalmente parou, mas a inquietação permaneceu.
O que aquela caixa tinha de mais? O que aquele presente tinha de mais? Qual era o problema deles? Analisei durante também muito tempo- se bem que o tempo aqui é meramente figurativo, nunca soube muito bem quanto tempo fiquei com ele, ou por quanto tempo o amei, sei que foi bastante, foi o bastante- procurei algo de errado nas juntas da caixa, senti para ver se me dava alergia,cherei e nada de espirros, abri, o presente estava lá , intacto.
Lembrei de quando o comprei, lembrei de como o dei; lembrei das palavras e das promessas trocadas. Este pequeno presente foi testemunha de sentimentos , de abraços, de beijos, de brigas.Aquela caixa não era apenas uma caixa, não era apenas um objeto vendido em uma loja, muito menos era aquele presente apenas um presentinho.Eram, os dois, o meu relacionamento.
De repente, não quis ter mais aquilo em minhas mãos. Não queria mais sentir o veludo, cheirar o perfume ou ver o bordô. Não queria lembrar mais de nada, nem dos momentos bons, e muito menos dos ruins.
Fechei os olhos e percebi que a caixa era um epecilho enorme na mudança dele.Não na mudança física, pois a pequenina caberia no caminhão tranquilamente; mas ela não caberia mais na vida dele. Se ele não se livrasse dela, não poderia progredir; era como se fosse uma âncora, ou uma bigorna - ri com esse pensamento, mesmo com lágrimas nos olhos- ela o prendia a tudo que tivemos.
É, tinha acabado de verdade. O que sobrou de nós dois? A caixa devolvida a qual também não sabia se queria mais.E um brilho estranho nos nossos olhos .
-Eu entendo, entendo perfeitamente.
Coloquei a caixa no bolso, podia suportar o peso dela, não queria era suportar a leveza de mim sem ela.
Seus olhos brilhavam, não sabia se eram lágrimas ou apenas uma ilusão da luz em seu rosto.Abaixava a cabeça cada vez que ficava calado, e , quando a levantava, parecia ter sua energia renovada.
Entregou-me uma caixa de veludo vermelho escuro, quase bordô. Não compreendia como aquela caixa, que guardava dentro de si um presente de aniversário (ou seria de alguma outra comemoração?), poderia atrapalhar em sua mudança.Por que uma caixa tão pequena iria fazer peso no meio de tantas caixas maiores e muito mais pesadas?
Deixou-a comigo, e , sem olhar para trás, sem dizer nenhuma palavra, seguiu em frente, andando, passo a passo, até desaparecer na imensidão do espaço.
Fiquei encarando a caixa por um bom tempo enquanto escutava o som dos passos.Sentia que , talvez, essa seria a última comunicação dele comigo.O som finalmente parou, mas a inquietação permaneceu.
O que aquela caixa tinha de mais? O que aquele presente tinha de mais? Qual era o problema deles? Analisei durante também muito tempo- se bem que o tempo aqui é meramente figurativo, nunca soube muito bem quanto tempo fiquei com ele, ou por quanto tempo o amei, sei que foi bastante, foi o bastante- procurei algo de errado nas juntas da caixa, senti para ver se me dava alergia,cherei e nada de espirros, abri, o presente estava lá , intacto.
Lembrei de quando o comprei, lembrei de como o dei; lembrei das palavras e das promessas trocadas. Este pequeno presente foi testemunha de sentimentos , de abraços, de beijos, de brigas.Aquela caixa não era apenas uma caixa, não era apenas um objeto vendido em uma loja, muito menos era aquele presente apenas um presentinho.Eram, os dois, o meu relacionamento.
De repente, não quis ter mais aquilo em minhas mãos. Não queria mais sentir o veludo, cheirar o perfume ou ver o bordô. Não queria lembrar mais de nada, nem dos momentos bons, e muito menos dos ruins.
Fechei os olhos e percebi que a caixa era um epecilho enorme na mudança dele.Não na mudança física, pois a pequenina caberia no caminhão tranquilamente; mas ela não caberia mais na vida dele. Se ele não se livrasse dela, não poderia progredir; era como se fosse uma âncora, ou uma bigorna - ri com esse pensamento, mesmo com lágrimas nos olhos- ela o prendia a tudo que tivemos.
É, tinha acabado de verdade. O que sobrou de nós dois? A caixa devolvida a qual também não sabia se queria mais.E um brilho estranho nos nossos olhos .
-Eu entendo, entendo perfeitamente.
Coloquei a caixa no bolso, podia suportar o peso dela, não queria era suportar a leveza de mim sem ela.
setembro 01, 2007
... então deita na cama!
Ninguém é muito diferente do que parece ser.
Uma maçã, realmente, não cai longe da macieira.
Eseencia? O invisível aos olhos? Balela!!Tudo balela.
As pessoas são exatamente o que deixam transparecer; tão exatamente que beira o inacreditável.
Leornado Da Vinci tinha uma técnica de pintura que chamava-se esfumiatto [acho que se escreve assim], ele nunca deixava transparecer os contornos de suas pinturas, efumaçava os cantos; para ele, existia algo entre o olho do pintor eo objeto a ser pintado, e a gente não enxerga os contornos. Verdade.. a gente enxerga as pessoas, simples como são.
Nada de leitura fria, nada de palavras significativas.
O personagem não foge muito de sua fama.
E por mais que berremos, tapemos nossos olhos e ouvidos para isso, a verdade é uma só: o que você vê é o real.
Ninguém finge por muito tempo; ninguém "é" apenas para uma pessoa;todos são o que parecem, e tudo parece ser errado.
E viva a lei de Murphy!
Se fez a sua fama...
Uma maçã, realmente, não cai longe da macieira.
Eseencia? O invisível aos olhos? Balela!!Tudo balela.
As pessoas são exatamente o que deixam transparecer; tão exatamente que beira o inacreditável.
Leornado Da Vinci tinha uma técnica de pintura que chamava-se esfumiatto [acho que se escreve assim], ele nunca deixava transparecer os contornos de suas pinturas, efumaçava os cantos; para ele, existia algo entre o olho do pintor eo objeto a ser pintado, e a gente não enxerga os contornos. Verdade.. a gente enxerga as pessoas, simples como são.
Nada de leitura fria, nada de palavras significativas.
O personagem não foge muito de sua fama.
E por mais que berremos, tapemos nossos olhos e ouvidos para isso, a verdade é uma só: o que você vê é o real.
Ninguém finge por muito tempo; ninguém "é" apenas para uma pessoa;todos são o que parecem, e tudo parece ser errado.
E viva a lei de Murphy!
Se fez a sua fama...
agosto 29, 2007
Iluminismo
A liberdade de se fazer o que quer não é a mesma que aquela de se fazer o que pensa.
Nossos pensamentos nos levam a lugares muito perigosos, mares nunca dantes navegados, mares turbulentos, marés altas e baixas, derivas litorâneas que mudam o tamanho de todas as praias.
A imaginação é uma benção, a criatividade uma maldição.Quando tentamos mudar a qualquer custo tudo o que encontramos pela frente, acabamos ficando iguais ao que sempre fomos. Não importa o tempo, sempre terá algo a se mudar.
Não é questão de perfeccionisno, de obsessão, ou de toc.É questão de realismo. A verdade é que: os criativos podem sempre ter as melhores idéias, os melhores projetos, mas são aqueles que se atém ao padrão que conseguem vencer.
Mentem todos aqueles que dizem o contrário.
E mentem também aqueles que dizem que não precisam da aceitação alheia, ou que não acham que tudo se trata de uma competição.
É vencer ou perder.
Faça o que quiser, só não faça tudo o que pensa. Liberdade por liberdade, eu fico com a igualdade e com a fraternidade.
Nossos pensamentos nos levam a lugares muito perigosos, mares nunca dantes navegados, mares turbulentos, marés altas e baixas, derivas litorâneas que mudam o tamanho de todas as praias.
A imaginação é uma benção, a criatividade uma maldição.Quando tentamos mudar a qualquer custo tudo o que encontramos pela frente, acabamos ficando iguais ao que sempre fomos. Não importa o tempo, sempre terá algo a se mudar.
Não é questão de perfeccionisno, de obsessão, ou de toc.É questão de realismo. A verdade é que: os criativos podem sempre ter as melhores idéias, os melhores projetos, mas são aqueles que se atém ao padrão que conseguem vencer.
Mentem todos aqueles que dizem o contrário.
E mentem também aqueles que dizem que não precisam da aceitação alheia, ou que não acham que tudo se trata de uma competição.
É vencer ou perder.
Faça o que quiser, só não faça tudo o que pensa. Liberdade por liberdade, eu fico com a igualdade e com a fraternidade.
agosto 22, 2007
Conotativo e Denotativo
Pretend em inglês quer dizer fingir. É um daqueles falsos cognatos que pegam as pessoas que acham que sabem muito, ou até mesmo, aqueles destraídos.
Pretender em portugês quer dizer ter intensão de, mas ... é quase um fingimento.Há apenas uma discordância entre a palavra e o ato.
Aos fingidos há solução, podem virar atores, poetas ("O poeta é um fingidor.."F.Pessoa), e até, por que não, políticos.
Aos pretenciosos há um futuro, podem virar... jornalistas.
Pretender em portugês quer dizer ter intensão de, mas ... é quase um fingimento.Há apenas uma discordância entre a palavra e o ato.
Aos fingidos há solução, podem virar atores, poetas ("O poeta é um fingidor.."F.Pessoa), e até, por que não, políticos.
Aos pretenciosos há um futuro, podem virar... jornalistas.
agosto 15, 2007
".. a vida é curta pra ver..."
A única coisa boa de se estar na beira do abismo é que dá para sentir o vento melhor.
Como cheguei aqui?
Talvez saiba explicar, talvez não. Todas as minhas dúvidas me trouxeram até aqui, e todas as falsas respostas delas.
O frio não me incomoda, muito menos a altura, ou o fato de que o chão racha a cada passo a frente que dou. Incomoda-me saber que não tem mais nenhum caminho pela frente.
A queda é iminente, o voô improvável.
É muito mais fácil pular pensando o contrário.
E, novamente , as estrelas brilham, e novamente, a lua se escondeu.
Fecho os olhos, sinto o vento, aquele que leva e trás tudo, aquele que a gente não vê o estrago que faz. Qual é a importância do que não vejo, do que sinto , do que me transborda? Qual é?
Foda-se é só um pulo.
Virão outros.
E... o vento continua a me desafiar.
A única coisa boa de estar na beira do abismo é , realmente, o vento.
Como cheguei aqui?
Talvez saiba explicar, talvez não. Todas as minhas dúvidas me trouxeram até aqui, e todas as falsas respostas delas.
O frio não me incomoda, muito menos a altura, ou o fato de que o chão racha a cada passo a frente que dou. Incomoda-me saber que não tem mais nenhum caminho pela frente.
A queda é iminente, o voô improvável.
É muito mais fácil pular pensando o contrário.
E, novamente , as estrelas brilham, e novamente, a lua se escondeu.
Fecho os olhos, sinto o vento, aquele que leva e trás tudo, aquele que a gente não vê o estrago que faz. Qual é a importância do que não vejo, do que sinto , do que me transborda? Qual é?
Foda-se é só um pulo.
Virão outros.
E... o vento continua a me desafiar.
A única coisa boa de estar na beira do abismo é , realmente, o vento.
agosto 12, 2007
Virada nada cultural
Um século, um mês, 3 vidas, um dia, dois dias, 3 horas.Não importa.
A gente pode mudar tudo em uma atitude, uma pequena decisão, ou em uma pequena hesitação.
O relógio nos desafia a mudar a cada segundo, ás vezes parece que permanecemos os mesmos, pedantes e inocentes crianças;outras parecem que somos completamente diferentes.Tic tac.
Os minutos não nos dizem nada, o Big Ben não bate mais seus sinos, o tempo não é homogêneo.
Esse fim de semana mudou algo, tenho certeza que irá ficar marcado como um momento de virada.Nada a ver com o Queen, apenas uma mudança de visão.
Os dias e as noites se passaram, não foram tão duras.O drama não é mais necessário.
Um fim de semana pra animar e pra acontecer.. e pra.. mudar.
[texto mediocre..sorry folks!!]
A gente pode mudar tudo em uma atitude, uma pequena decisão, ou em uma pequena hesitação.
O relógio nos desafia a mudar a cada segundo, ás vezes parece que permanecemos os mesmos, pedantes e inocentes crianças;outras parecem que somos completamente diferentes.Tic tac.
Os minutos não nos dizem nada, o Big Ben não bate mais seus sinos, o tempo não é homogêneo.
Esse fim de semana mudou algo, tenho certeza que irá ficar marcado como um momento de virada.Nada a ver com o Queen, apenas uma mudança de visão.
Os dias e as noites se passaram, não foram tão duras.O drama não é mais necessário.
Um fim de semana pra animar e pra acontecer.. e pra.. mudar.
[texto mediocre..sorry folks!!]
agosto 10, 2007
Segredo
"A poesia é incomunicável.
Fique torto no seu canto.
Não ame.
Ouço dizer que há tiroteio
ao alcance do nosso corpo.
É a revolução? o amor?
Não diga nada.
Tudo é possível, só eu impossível.
O mar transborda de peixes.
Há homens que andam no marcomo se andassem na rua.
Não conte.Suponha que um anjo de fogo
varresse a face da terra
e os homens sacrificados
pedissem perdão.
Não peça. "
[Carlos Drummond de Andrade]
... interessante como as pessoas nos surpreendem a cada dia...
Fique torto no seu canto.
Não ame.
Ouço dizer que há tiroteio
ao alcance do nosso corpo.
É a revolução? o amor?
Não diga nada.
Tudo é possível, só eu impossível.
O mar transborda de peixes.
Há homens que andam no marcomo se andassem na rua.
Não conte.Suponha que um anjo de fogo
varresse a face da terra
e os homens sacrificados
pedissem perdão.
Não peça. "
[Carlos Drummond de Andrade]
... interessante como as pessoas nos surpreendem a cada dia...
agosto 05, 2007
Qndo a paixão é gde, vale a pena o exagero...
Nada é real, e não devemos nos importar com isso.Viver é fácil quando fechamos os olhos, deixamos ir, não nos preocupamos com o que não entendemos!Não importa o que somos, ou o que tentamos ser constantemente. Não importa!As árvores estão vazias, ou não, depende do ponto de vista, do ângulo de visão.E não é tão ruim quanto imaginamos, a solidão e a vida!Sei quando sonho, sei quando sou eu, sei?Um não significa um sim, um sim significa um não, tá tudo , tudo errado.Não quero concordar nem discordar, apenas fugir, ir para esse lugar....para sempre![para ler escutando Strawberry fields forever- the beatles]
Esse est percipi
Pensamentos difusos não podem ser traduzidos em palavras.Mentira, podem, mas as palavras não criam um sentido em seu conjunto, não forma um texto coerente, objetivo e dentro de todas as regras da gramatica e da sintaxe.
Daí surgiu a artemoderna: o desejo de se falar algo, o desejo de gritar um grito desumando que é sempre uma maneira de ser escutado [valeu Chico!], a necessidade de extravasar todos os pensamentos possíveis em um só canal.
Telas, papéis, cerâmica, argila,palcos, banheiros públicos, paredes, muros...
Mas ela não é bela, não é sublime, não é harmoniosa.Escuto você dizendo isso!E... quem o é?
Adoro falar de arte, adoro entendê-la, adoro contemplá-la. Dar a ela o tempo que não dou a mim mesma.
O artista é cada um, apesar do quadro estar já pintado na sua frente, e de você achar que não pode fazer mais nada: é mentira! Os artistas somos nós!
A iluminação do palco, as nuances do cenário são feitas para serem percebidas, para serem notadas por cada pessoa da platéia, e para que cada pessoa da platéia veja de um ângulo diferente e entenda segundo sua própria visão.
Essa é a beleza da arte! Mesmo desentendida ela acontece, mas, ela tem que ser vista!
PS: ainda to na facul de jornalismo.. e eu me pergunto..POR QUE????
Daí surgiu a artemoderna: o desejo de se falar algo, o desejo de gritar um grito desumando que é sempre uma maneira de ser escutado [valeu Chico!], a necessidade de extravasar todos os pensamentos possíveis em um só canal.
Telas, papéis, cerâmica, argila,palcos, banheiros públicos, paredes, muros...
Mas ela não é bela, não é sublime, não é harmoniosa.Escuto você dizendo isso!E... quem o é?
Adoro falar de arte, adoro entendê-la, adoro contemplá-la. Dar a ela o tempo que não dou a mim mesma.
O artista é cada um, apesar do quadro estar já pintado na sua frente, e de você achar que não pode fazer mais nada: é mentira! Os artistas somos nós!
A iluminação do palco, as nuances do cenário são feitas para serem percebidas, para serem notadas por cada pessoa da platéia, e para que cada pessoa da platéia veja de um ângulo diferente e entenda segundo sua própria visão.
Essa é a beleza da arte! Mesmo desentendida ela acontece, mas, ela tem que ser vista!
PS: ainda to na facul de jornalismo.. e eu me pergunto..POR QUE????
agosto 03, 2007
Cansei
Cansei de olhar o jogo da torcida, ou pior ainda , do bando de reservas, ou pior, pior ainda, do escanteio.
Cansei de errar toda vez,achando com toda a plenitude de meu ser, que tinha acertado.
Cansei de acreditar na reciprocidade, ela não existe pra mim!
Cansei de pensar em vão, falar em vão e de não agir.
Cansei de ser desse jeito, previsível, sensível, destrutível e sucetível.
Cansei de perdoar , de ser perdoada e de pedir "perdão".
Cansei de mentir e de falar a verdade.
Cansei de esperar em pé, sentada, deitada por uma pizza que nunca vai chegar.
Cansei de botar espectactivas em tudo.
Cansei de não saber de nada e de tentar entender tudo.
Cansei de saber que o tempo cura.
Cansei de ser feita de idiota, nem que seja por mim mesma.
Cansei de ser loser.
Cansei de achar que posso ser algo que DEFINITIVAMENTE não sou [bonita ou com muitas qualidades].
Cansei de me sentir burra.
Im just...to tired to think in portuguese..
Too tired to translate everything.
Too tired..
Let me just..take some rest.
Cansei de errar toda vez,achando com toda a plenitude de meu ser, que tinha acertado.
Cansei de acreditar na reciprocidade, ela não existe pra mim!
Cansei de pensar em vão, falar em vão e de não agir.
Cansei de ser desse jeito, previsível, sensível, destrutível e sucetível.
Cansei de perdoar , de ser perdoada e de pedir "perdão".
Cansei de mentir e de falar a verdade.
Cansei de esperar em pé, sentada, deitada por uma pizza que nunca vai chegar.
Cansei de botar espectactivas em tudo.
Cansei de não saber de nada e de tentar entender tudo.
Cansei de saber que o tempo cura.
Cansei de ser feita de idiota, nem que seja por mim mesma.
Cansei de ser loser.
Cansei de achar que posso ser algo que DEFINITIVAMENTE não sou [bonita ou com muitas qualidades].
Cansei de me sentir burra.
Im just...to tired to think in portuguese..
Too tired to translate everything.
Too tired..
Let me just..take some rest.
Sailor Moon

As marés sobem quando a lua fica cheia, e descem quando a lua fica mingüante.Sim, isso faz parte da minha formação caiçara [isso e o fato de saber se vai chover ou não só de olhar para o mar..rsrs].
Nos hospitais sempre tem mais gente no plantão dos dias em que trocam de lua, dizem que são os dias mais propensos ao nascimento de crianças.
Na astrologia a lua indica uma parte da sua personalidade, dizem que somos de um signo e temos a lua em outro.
Dizem que São Jorge vive na Lua com seu dragão e com sua espada;que o homem já pisou nela once; que ela é responsável por tudo relacionado à sexualidade feminina e que ela transforma homens em lobisomens .
Não, não vi a lua ontem, embora quisesse muitotê-la visto sob o teto do canil.Não, não quero saber se o que eu vi ontem foi apenas o seu lado oculto.Não.
A lua não apareceu ontem, mas mesmo assim, vi as estrelas.
julho 30, 2007
Good Morning!
-Bom dia
-Bom dia - respondeu de maneira automática, quando levantou a cabeça , viu o rosto dono da voz .De repente, tudo ficou vermelho, azul, roxo, preto, multicolorido.
Lembrou -se de tudo, risos a meia noite, brigas ao meio dia, beijos inconsequentes, lençóis bagunçados, cozinhas desarrumadas, olhares alucinantes e mãos descomportadas.Será que a voz do Bom dia, lembra-va se disso também?
Lembrou-se de todos os momentos juntos e de todos aqueles que passaram separados.Tudo era recordação, tudo eram sensações, tudo, tudo e ao mesmo tempo, nada, a voz vaga, o olhar difuso e o rosto mais que conhecido. Sabia que conhecia todos as marcas daquele rosto, todas as expressões,todas as possíveis máscaras. E mesmo assim, o bom dia lhe pareceu estranho, vazio.
Como tanto tempo de vida em conjuto, como uma história poderia desaparecer em duas palavras?
O destino tinha levado essas duas pessoas , tinha feito-as cruzar os caminhos, para depois separarem-se e se darem cordiais, e frios, bons dias?!
Não era questão de destino, era questõ de sorte, pensou aristotelicamente.Então falou para a figura que tinha acabado de lhe passar:
-Boa sorte.
- Boa sorte- as costas lhe responderam.
Uma maneira muito melhor de se acabar com uma história, com sorte e sem pretensão.
-Bom dia - respondeu de maneira automática, quando levantou a cabeça , viu o rosto dono da voz .De repente, tudo ficou vermelho, azul, roxo, preto, multicolorido.
Lembrou -se de tudo, risos a meia noite, brigas ao meio dia, beijos inconsequentes, lençóis bagunçados, cozinhas desarrumadas, olhares alucinantes e mãos descomportadas.Será que a voz do Bom dia, lembra-va se disso também?
Lembrou-se de todos os momentos juntos e de todos aqueles que passaram separados.Tudo era recordação, tudo eram sensações, tudo, tudo e ao mesmo tempo, nada, a voz vaga, o olhar difuso e o rosto mais que conhecido. Sabia que conhecia todos as marcas daquele rosto, todas as expressões,todas as possíveis máscaras. E mesmo assim, o bom dia lhe pareceu estranho, vazio.
Como tanto tempo de vida em conjuto, como uma história poderia desaparecer em duas palavras?
O destino tinha levado essas duas pessoas , tinha feito-as cruzar os caminhos, para depois separarem-se e se darem cordiais, e frios, bons dias?!
Não era questão de destino, era questõ de sorte, pensou aristotelicamente.Então falou para a figura que tinha acabado de lhe passar:
-Boa sorte.
- Boa sorte- as costas lhe responderam.
Uma maneira muito melhor de se acabar com uma história, com sorte e sem pretensão.
julho 28, 2007
Vou te contar..
Aprendi há muito, muito tempo atrás que não importa o quanto me importe, tem pessoas que , simplesmente, não dão a mínima.
A arrogância faz parte da personalidade, a falta de educação pode ser perdoada..mas.. o cinismo?
O cínico não é falso pois sabe sim que fez algo errado,mas que para ele serve como motivo de alguma piada de mal gosto(valeu Luigi, pela explicação!).
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Mas sabe duma coisa, não me importo de estar num computador ESTREMAMENTE lento, não me importo de que ele não era assim antes, não me importo com egoísmos, egocentrismos e mimos. Tenho músicas, um jogo de baralho e muito sarcasmo pra gastar ainda.
A arrogância faz parte da personalidade, a falta de educação pode ser perdoada..mas.. o cinismo?
O cínico não é falso pois sabe sim que fez algo errado,mas que para ele serve como motivo de alguma piada de mal gosto(valeu Luigi, pela explicação!).
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Mas sabe duma coisa, não me importo de estar num computador ESTREMAMENTE lento, não me importo de que ele não era assim antes, não me importo com egoísmos, egocentrismos e mimos. Tenho músicas, um jogo de baralho e muito sarcasmo pra gastar ainda.
julho 25, 2007
Acordei meio Mainardi
A vida sem TV a cabo é bastante difícil, mas pior ainda é a vida com uma meia-TV a cabo .Por causa de umas brigas internas [quase eternas, pra falar a verdade!] meu pai e a síndica discutiram, e nós, pobre mortais, ficamos sem TV a cabo.A solução foi ficar com TV aberta por um tempo. Passaram uns meses, e nada da síndica voltar a trás. Tudo bem, tudo bem, fizemos um contrato com outra operadora, e cá estamos nós com os canais bááásicos de TV.
A imagem é melhor, o som também, temos ,relativamente, mais opções, mas , quem disse que as mudanças vem para melhor, quem foi que falou que o progresso é natural e inerente?Enfim, um dos canais que mais gosto é... Disney o que confirma minha tese de que tenho eternos 10 anos de idade.E hoje, ao passar por esse canal, deparei-me com "O Corcunda de Notre Dame".Coisas a saber sobre a minha pessoa, além da minha loucura natural, sou fã dos clássicos, seja na música, no cinema ou até em desenhos animados, parei na hora.
A memória desse desenho trouxe à sala uma pergunta: como nós víamos esses filmes tão pesados quando éramos pequenos, e , pior, gostávamos ?Eu, particularmente, tinha a fita[VHS? Lembra?Uau!] de "O corcunda de notre dame" e sempre via!
Não é uma discussão de "a infância de hoje é diferente" , muito menos usarei o discurso "na minha época"; é bom fugir do clichê, é melhor ainda fugir do saudosismo que sempre nos pega desprevenidos. A discussão é em torno da visão disney do mundo.
A resposta para a questão vem através de uma observação [rimas ¬¬], e de um bando de lembranças bobas de desenhos antigos.Não se trata , também, de uma análise semiológica do discurso dos deseinhos que nos mostravam quando éramos crianças.
O fato é que nos desenhos, o nosso foco não eram as personagens principais e suas peripércias dramáticas; o nosso foco, quando crianças, eram os coadjuvantes: as gárgulas, xicrinhas, gênios, anões , ratinhos, corujas, fadas e dodôs. Eles amenizavam as histórias, eles nos prendiam atenção.
Somos principais de nossas histórias, e por piores que elas pareçam, são pontuadas de coadjuvantes.Mas, como sempre, perdemos nosso foco! Não somos mais crianças, ou melhor, não somos mais inocentes.Não acredito em finais felizes, não creio no otimismo desmedido.
Os desenhos continuam lindos, continuam a chamar a minha atenção, mas mesmo assim, sei que gárgulas não falam,´xícaras não dançam, gênios não existem, anões não são mineiros em seu todo, ratinhos não sabem costurar, corujas não ensinam nada, fadas não brigam pela cor do vestido e que dodôs não precisam secar suas penas.O drama virou entretenimento.A dor virou gozo.A humilhação virou riso.E o sofrimento, o meu, virou rotina.
Por isso, voltarei a TV semi-a cabo, pra ver se pelo menos algum dia, passa "Alice no país das maravilhas" na Disney!
A imagem é melhor, o som também, temos ,relativamente, mais opções, mas , quem disse que as mudanças vem para melhor, quem foi que falou que o progresso é natural e inerente?Enfim, um dos canais que mais gosto é... Disney o que confirma minha tese de que tenho eternos 10 anos de idade.E hoje, ao passar por esse canal, deparei-me com "O Corcunda de Notre Dame".Coisas a saber sobre a minha pessoa, além da minha loucura natural, sou fã dos clássicos, seja na música, no cinema ou até em desenhos animados, parei na hora.
A memória desse desenho trouxe à sala uma pergunta: como nós víamos esses filmes tão pesados quando éramos pequenos, e , pior, gostávamos ?Eu, particularmente, tinha a fita[VHS? Lembra?Uau!] de "O corcunda de notre dame" e sempre via!
Não é uma discussão de "a infância de hoje é diferente" , muito menos usarei o discurso "na minha época"; é bom fugir do clichê, é melhor ainda fugir do saudosismo que sempre nos pega desprevenidos. A discussão é em torno da visão disney do mundo.
A resposta para a questão vem através de uma observação [rimas ¬¬], e de um bando de lembranças bobas de desenhos antigos.Não se trata , também, de uma análise semiológica do discurso dos deseinhos que nos mostravam quando éramos crianças.
O fato é que nos desenhos, o nosso foco não eram as personagens principais e suas peripércias dramáticas; o nosso foco, quando crianças, eram os coadjuvantes: as gárgulas, xicrinhas, gênios, anões , ratinhos, corujas, fadas e dodôs. Eles amenizavam as histórias, eles nos prendiam atenção.
Somos principais de nossas histórias, e por piores que elas pareçam, são pontuadas de coadjuvantes.Mas, como sempre, perdemos nosso foco! Não somos mais crianças, ou melhor, não somos mais inocentes.Não acredito em finais felizes, não creio no otimismo desmedido.
Os desenhos continuam lindos, continuam a chamar a minha atenção, mas mesmo assim, sei que gárgulas não falam,´xícaras não dançam, gênios não existem, anões não são mineiros em seu todo, ratinhos não sabem costurar, corujas não ensinam nada, fadas não brigam pela cor do vestido e que dodôs não precisam secar suas penas.O drama virou entretenimento.A dor virou gozo.A humilhação virou riso.E o sofrimento, o meu, virou rotina.
Por isso, voltarei a TV semi-a cabo, pra ver se pelo menos algum dia, passa "Alice no país das maravilhas" na Disney!
julho 23, 2007
The show must go on

Bohemian Rhpasody >> Love of my life >> Somebody to love >> I want to break free >> Crazy little thing called love >> I was born to love you >> I want it all
Essa é a minha progressão de Queen ao longo desse semestre.
"Just give me what I know is mine, People do you hear me, just give me the sign, It ain't much I'm asking, if you want the truth Here's to the future for the dreams of youth, I want it all, I want it all, I want it all, and I want it now"
julho 21, 2007
Crônicas de uma faminta!
Raspas e restos não me interessam , não mais.Se o bolo é bom, se foi bem feito, por que só comer um pouco?
João e Maria jogaram as migalhas de pão para marcar o caminho, e qual foi o fim da história? Alguém as comeu, e eles se perderam do mesmo jeito!
As migalhas não são inocentes, nada é. Ninguém deixa resto porque ,simplesmente, não quer mais.
Elas não são o bastante.
Um pedacinho pode satisfazer por um tempo, mas quando a fome bate, aquela fome da alma, não é ele que a vai matar. Não é a migalha que procuramos quando precisamos de comida.Não é atrás dela que andamos quando estamos no deserto [embora pareça o paraíso quando a encontramos lá].Os nutricionistas não fazem dietas , mesmo as mais malucas, baseadas em migalhas.
Ninguém vive de restos.
Qual é o seu tipo de fome?!
Desculpa Cazuza e essa não vai ser a primeira vez que iremos discordar.
João e Maria jogaram as migalhas de pão para marcar o caminho, e qual foi o fim da história? Alguém as comeu, e eles se perderam do mesmo jeito!
As migalhas não são inocentes, nada é. Ninguém deixa resto porque ,simplesmente, não quer mais.
Elas não são o bastante.
Um pedacinho pode satisfazer por um tempo, mas quando a fome bate, aquela fome da alma, não é ele que a vai matar. Não é a migalha que procuramos quando precisamos de comida.Não é atrás dela que andamos quando estamos no deserto [embora pareça o paraíso quando a encontramos lá].Os nutricionistas não fazem dietas , mesmo as mais malucas, baseadas em migalhas.
Ninguém vive de restos.
Qual é o seu tipo de fome?!
Desculpa Cazuza e essa não vai ser a primeira vez que iremos discordar.
julho 20, 2007
A sorte
À sorte...com carinho!
A sorte...
Há sorte?!
Ahhhh........ sorte!!!
Corte..Forte...Morte
[poeminha brega...rsrs..é ter fé q melhoro.. e q consiga fzer o brownie cm q sonho!]
A sorte...
Há sorte?!
Ahhhh........ sorte!!!
Corte..Forte...Morte
[poeminha brega...rsrs..é ter fé q melhoro.. e q consiga fzer o brownie cm q sonho!]
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